Sexta-feira, Março 23, 2012

Governo não desvaloriza o fenómeno - Sec. Estado Solidariedade e Segurança Social

22 mar (Lusa) - O secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, afirmou hoje que o Governo "não procura de alguma forma desvalorizar" o desemprego e está empenhado em lutar contra o fenómeno.

"Relativamente ao que era tradição, este Governo mudou de atitude: não tenta escamotear os números [do desemprego], nem procura de alguma forma desvalorizar esse fenómeno", afirmou aos jornalistas Marco António Costa, em Valongo, à margem de uma visita que efetuou à 2.ª edição da feira "Quem é Quem?".

Questionado sobre o número de inscritos nos centros de emprego, que continuou a aumentar em fevereiro em termos homólogos (16,6 por cento) e mensais (1,6 por cento) para 648.018 desempregados, o governante afirmou que, por ser "muito preocupante", o Governo já tomou iniciativas que visam incentivar o emprego.

Marco António Costa referiu o programa de incentivo que envolve "não só o setor empresarial como a área da economia social", a legislação para casais desempregados, "que terão uma majoração no seu subsídio de desemprego" e o programa de emprego para jovens que foi entregue à Comissão Europeia.

"Todos nós temos a perceção de que só com a retoma do crescimento económico é que será gerado emprego, mas o Governo não tem estado parado", frisou.

No âmbito da sua visita a Valongo, onde inaugurará ainda hoje à tarde uma loja Social em Ermesinde e entregará diplomas no âmbito da valência de formação profissional, Marco António Costa enalteceu a "vitalidade do setor social e das coletividades locais".

"Valongo e muitos outros municípios não cruzaram os braços. Os municípios têm sido parceiros extraordinários neste trabalho e aquilo que é sintomático é o empenhamento coletivo que encontramos nos responsáveis sociais e espontaneamente da sociedade portuguesa".

JAP.
Lusa/Fim

"Menezes tem todas as condições para ser o melhor candidato" - Ricardo Almeida

Nova alameda convida a visitar o Solar dos Condes de Resende

Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara Municipal de Gaia, deslocou-se hoje a Canelas para conhecer dois projetos de requalificação: o da Alameda Dr. Francisco Barbosa da Costa, que já se encontra em curso, e o da Villa Velludo, onde será instalada a sede da Junta de Freguesia, que se deverá iniciar brevemente.

O desafio de requalificar os seis mil metros quadrados da Alameda foi lançado com o intuito de valorizar a área adjacente ao Solar dos Condes de Resende. As obras deste espaço, por estarem a ser feitas exclusivamente por administração direta, vão permitir a poupança de 400 mil euros. 

"Temos aqui três mil m2 de cubos de granito que não foram comprados, mas sim reutilizados, que estavam em estaleiro. Temos também 200m3 de pedra proveniente de demolições. Até ao momento, foram gastos 200 mil euros. Se tudo tivesse sido comprado, a obra ficaria por 600 mil euros", explicou Teresa Barbosa, Diretora Municipal de Vias e Mobilidade.

Segundo Luís Filipe Menezes, as opções feitas na realização desta obra são prova de que o Município está a adaptar-se à atual realidade do país: "É possível, embora mais lentamente, fazer pequenas grandes obras com dignidade, por vezes até mais marcantes que outras nas quais se gastam milhões de euros: com equipamentos em desuso, utilização de mão-de-obra do Município, dedicada e qualificada, e com imaginação e criatividade".

Na sua intervenção, Luís Filipe Menezes manifestou ainda o desejo de ver construídas, até final do mandato, duas piscinas: uma em Avintes e outra em Canelas, bem como a melhoria das condições da Estrada Nacional 1.

O projeto divide a requalificação da Alameda em duas fases. A primeira, já iniciada, baseia-se na repavimentação do espaço, na plantação de áreas verdes e na construção de um parque infantil. Foi também reerguida, pedra por pedra, uma fonte centenária que estava há 15 anos desmontada no Solar. Numa segunda fase, será alargado o arruamento que ladeia a Alameda.

A partir de agora, a freguesia de Canelas tem um novo cartão-de-visita.

Firmino Pereira, Vice-Presidente da Câmara de Gaia e responsável pela gestão das obras municipais, aproveitou a ocasião para tecer rasgados elogios à dedicação e ao trabalho realizado pelos funcionários da Câmara: "Dos técnicos aos operários, temos construído uma grande equipa. Esta obra é um hino ao poder autárquico e à dedicação dos operários da Câmara de Gaia: gente anónima e, muitas vezes, mal remunerada para o que têm construído neste concelho. Quase tudo é possível quando há dedicação. Grandes trabalhos são realizados, não pela força, mas pela perseverança".

Depois de reabilitada, a Villa Velludo, uma habitação construída em 1915, será a nova morada da sede da Junta de Freguesia. A empreitada representa um investimento de 600 mil euros e deverá estar concluída dentro de 10 meses. 


Texto e Fotografia: Filipa Namora
Supervisão: Manuel Neto

Quinta-feira, Março 22, 2012

“É um roubo de 50 milhões”

A inutilização do ‘Atlântida’, navio parado há meses na base do Alfeite, é como se fosse "um roubo de 50 milhões de euros", admitiu ontem no Parlamento o ministro da Defesa, referindo-se ao facto de essa verba não ter sido paga aos Estaleiros de Viana, que se debatem com problemas financeiros. "Tudo devia ter sido feito para cobrir esse valor, porque não temos o dinheiro para lá colocar", disse Aguiar--Branco, considerando o processo é "esquizofrénico". 
Aguiar-Branco apelou a todas as forças políticas para que intervenham junto do Governo dos Açores [que encomendou o navio] no sentido de se encontrar uma "solução de bom senso entre a necessidade que os Açores têm de um ferry que faça o transportes entre ilhas, um ferry que está aí, bem construído, que estava destinado para o efeito, e as necessidades financeiras dos Estaleiros". O pedido é extensivo a Cavaco Silva. O ministro confirmou que o Governo está a estudar seis propostas para a privatização dos Estaleiros e que nas próximas semanas será elaborado o caderno de encargos, "com o objectivo de salvaguardar o maior número possível de postos de trabalho" e os projectos de construção. 
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/e-um-roubo-de-50-milhoes 

Quarta-feira, Março 21, 2012

Vídeo: Luís Filipe Menezes Vs Rúben de Carvalho

Frente a Frente com Ruben de Carvalho e Luís Filipe Menezes. 
Temas em análise:
- Situação económica e financeira de Portugal;
- Reabilitação urbana;
- Privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo;

Terça-feira, Março 20, 2012

Luís Filipe Menezes, na SIC Notícias, às 21h20min, assista, sff.

Sent from my BlackBerry device available from tmn

"Há um enorme realismo do eleitorado que considera que este é o único caminho para recuperar o país", diz Luís Filipe Menezes


O comentador do Conselho Superior da Antena 1 assinala que é a primeira vez na história da Democracia portuguesa que um Primeiro Ministro regista um maior índice de popularidade que um Presidente da República, ainda para mais quando se trata de um governante que está a aplicar medidas duríssimas de austeridade.

Luís Filipe Menezes refere que isto demonstra que apesar dos sacrifícios exigidos e que muitos consideram injustos, outros há que pensam que só assim Portugal poderá voltar a estar economicamente bem.

Menezes analisa ainda a eventual não reeleição dos presidentes dos EUA e de França, o que, sublinha, seria muito grave para o mundo.

Segunda-feira, Março 19, 2012

Prendas do dia do Pai... Mas só me serão entregues quando a Mãe chegar... Afinal quem manda, pode!

@ Canelas

@ Inauguração da Alameda em frente ao Solar Condes de Resende

A ler: No Fio da Navalha - André Abrantes Amara


Lido no Insurgente
A moral ilegítima
Se os políticos escolherem cirurgicamente os que ficam de fora do Estado social, a moral que o justifica fica pelo caminho.
François Hollande, o homem que as sondagens indicam poder afastar Nicolas Sarkozy do Eliseu, promete criar uma taxa de imposto de 75% para os rendimentos acima de um milhão de euros anuais. Actualmente, a mais elevada é de 41% para os rendimentos acima dos 72 mil euros ano. De acordo com o “Le Monde”, o próprio director de campanha de Hollande, Pierre Moscovici, devido ao reduzido número de franceses abrangidos por esta taxa suplementar, considera a medida meramente simbólica e com poucos efeitos práticos. Ao que parece, a repercussão no défice das contas públicas será nulo. Independentemente de tudo isso, Hollande classificou a taxa especial de imposto como “um acto de patriotismo”. Porquê, se não vai dar resultados? Porque vira as massas contra um grupo anónimo, alvo de animosidade fácil. O que se retira da proposta de Hollande é que, para o candidato do PSF, é igual se a riqueza foi merecida ou se conseguida através dos bons contactos empresariais que alguns têm com o Estado francês. Para Hollande, é a quantidade que se recebe que determina a moral. Não o acto em si. Não é difícil imaginar o perigo que esta nova determinação do que seja certo ou errado representa.
Infelizmente, não é só Hollande que faz jogo sujo nas presidenciais francesas. Sarkozy, receando uma derrota humilhante em Abril, pisca o olho à extrema-direita, prometendo baixar a quota de entrada dos imigrantes. De repente, são estes estrangeiros os culpados pelo desemprego, o crime e a violência. Atente-se bem no raciocínio do presidente francês: não são os impostos, nem a burocracia estatal, nem as centenas de milhares de franceses que vivem à conta dos compatriotas que trabalham. Não. A justificação para uma economia estagnada há quase 15 anos está nos imigrantes, os que não podem votar, mas procuram uma nova vida naquele país. Outra massa incógnita. Outro alvo fácil do rancor. Um ressentimento que está a crescer à medida que as dificuldades aumentam e que os políticos direccionam de forma a atingir quem quer que seja que não seja o Estado. O objectivo é evitar quaisquer críticas às políticas socialistas que conduziram o Estado social à falência.
A semelhança entre as propostas de Sarkozy e Hollande é que ambas visam contornar problemas que resultam das políticas de solidariedade social. Para Sarkozy, os imigrantes, muitas vezes sem trabalho, acabam por beneficiar das regalias do Estado social serem terem feito os devidos descontos. Para Hollande, a própria concepção do que seja a solidariedade estatal é contrária à existência de ricos, sendo imoral haver quem ganhe tanto quando outros pouco têm. O resultado é que o Estado social, que se foi alargando a todas as classes sociais, visando a universalidade, se está a entrincheirar atrás de um eleitorado, ao mesmo tempo que aponta o dedo aos que vão ficando de fora. Mais: o socialismo vingou porque visava ajudar os mais pobres, permitindo-lhes o acesso ao trabalho, a uma rede de segurança que os apoiasse quando preciso. A sua força moral era essa e era imbatível. De tal forma que poucos a questionaram e muitos a ela se renderam. Aquilo a que assistimos agora são chefes de Estado a atacar grupos de cidadãos sem defesa, não em prol dos mais fracos, mas de um eleitorado ainda maioritário que teme assistir ao fim dos benefícios auferidos com o alargamento das funções do Estado. Um eleitorado que teve do seu lado a força do Estado para viver em segurança, mesmo que à custa do esforço dos que pagavam. Agora que os sucessivos défices públicos obrigam a cortes nas despesas, quando há uma luta desenfreada para não ficar de fora de um barco que já não aguenta tanta gente, a moral que fundamentava o socialismo desapareceu. Sarkozy e Hollande querem salvar o modelo social europeu. Esquecem-se de que ele se fez para integrar, e não para pôr de parte. Ao culparem uns para protegerem outros, acabam por questionar a própria moral socialista, tornando-a ilegítima.
Filed under: Comentário,Insurgentes nos media,Internacional,Política,União Europeia — André Abrantes Amaral @ 09:39  

O importante é o regresso do Megaupload

Um erro processual poderá fazer com que o Governo da Nova Zelândia tenha de devolver todos os bens apreendidos ao milionário Kim "DotCom", o fundador do Megaupload.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=2369786

Alguém vai ter um dia difícil

Bom dia!

Sexta-feira, Março 16, 2012

Alunos do 1º ciclo descobrem vantagens da agricultura biológica e da alimentação saudável

Agricultura Biológica e Alimentação Saudável foram os temas hoje abordados numa palestra que decorreu na Escola Primária da Boavista, em Arcozelo, organizada pela Divisão de Ambiente e Educação Ambiental da Câmara Municipal de Gaia e realizada no âmbito do Plano de Educação Ambiental proposto para o atual ano letivo.

A palestra, à qual assistiu uma centena de crianças, contou com o apoio da empresa 'Raízes', especializada em agricultura e produtos biológicos, e da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto. 

"A iniciativa partiu da escola, nós apenas articulamos com eles esta ação. É nesta onda que temos vindo a trabalhar nos últimos dez anos. Estes níveis de participação são fruto do muito trabalho realizado. Há já um espírito de partilha entre a população e o Município", explicou Mercês Ferreira, Vereadora do Ambiente da Câmara de Gaia, que presidiu a abertura da sessão.

Nesta primeira palestra, as crianças tiveram a oportunidade de ouvir especialistas nas áreas em discussão. Carlos Grazina, representante da empresa 'Raízes', explicou aos alunos as diferenças entre a agricultura tradicional e a biológica e quais os seus benefícios para a saúde. Já a nutricionista Bárbara Pereira, por sua vez, enumerou os principais erros alimentares e incentivou boas práticas ao nível da alimentação. 

Segundo Bárbara Pereira, é mais fácil abordar estes assuntos com crianças do que com adultos: "É um primeiro contato com a agricultura e, por isso, conseguem mais facilmente assumir os conceitos básicos do que os próprios encarregados de educação, que já adquiriram certos 'vícios' ao longo da vida. Neste tipo de projetos, acredito que se deva começar com os mais pequenos para tentar, a partir daí, captar a atenção dos adultos".

Durante a sessão, as crianças puderam partilhar a experiência adquirida com a horta da escola e algumas delas revelaram que também começaram a criar hortas em casa, contado, para isso, com a ajuda dos pais. À margem da palestra, a Vereadora do Ambiente revelou a sua satisfação com a adesão da população às hortas comunitárias e anunciou a criação de mais três para breve.
 
http://www.cm-gaia.pt/gaia/portal/user/anon/page/_CMG_Noticia.psml?contentid=AB96806080CO&nl=pt 

Texto e Fotografia: Filipa Namora
Supervisão: Manuel Neto

A caminho do Porto

Por mês gasta 3xmais que o ordenado de 1º Ministro...


O ex-primeiro-ministro gasta, em média, 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política. Só a casa arrendada custa sete mil euros mensais, segundo o Correio da Manhã.
Sem emprego nem poupanças conhecidas, José Sócrates mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam os sete mil euros na renda da casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes, escreve o Correio da Manhã.

Pavilhão Nelson Cardoso estará concluído em outubro

Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara Municipal de Gaia, visitou as obras do Pavilhão Nelson Cardoso, um equipamento em estado de construção avançado, no centro urbano de Mafamude, que tem a sua conclusão prevista para outubro deste ano.
O novo pavilhão insere-se numa política de grande investimento desportivo levada a cabo pelo município na última década e, de acordo com Luís Filipe Menezes, segue a "filosofia de cidade" que tem sido aplicada nos últimos equipamentos: "Depois de termos duplicado os equipamentos desportivos no concelho, estamos a terminar um ciclo, que ainda tem grandes obras para apresentar nos próximos tempos, como este pavilhão, o Centro de Alto Rendimento Olímpico, com dois pavilhões temáticos e um generalista, preparado para receber também atividades culturais, e a Piscina de Pedroso. Estes equipamentos têm todos uma caraterística em comum, que é a "filosofia de cidade", ou seja, estão inseridos na densidade do meio urbano, para que os serviços acompanhem as crescentes malhas citadinas".
À semelhança de outros exemplos bem sucedidos, o Presidente da Câmara anunciou que a gestão deste equipamento será entregue à sociedade, uma prática inovadora que se pretende generalizar em todo o concelho: "Todos os equipamentos, depois de construídos com os dinheiros públicos, obedecem à nova filosofia da Câmara e, penso que única no país, ou seja, são devolvidos à sociedade para serem geridos por grupos de cidadãos, associações, clubes ou juntas de freguesia, que se responsabilizam pela sua manutenção, cobram as suas taxas e rentabilizam os seus custos. Temos casos de sucesso no concelho, como a manutenção do pavilhão de Coimbrões pelo Sporting Clube, ou do pavilhão de Grijó pela Junta de Freguesia, e agora pretendemos generalizar esta prática. Ainda não decidimos, mas este pavilhão poderá ficar a cargo da Junta de Freguesia, do Futebol Clube de Gaia ou de uma parceria entre os vários clubes desta malha urbana".

O Pavilhão Nelson Cardoso, que representa uma homenagem póstuma ao ex-Presidente do Conselho de Administração da Gaianima, constitui um investimento de 1 milhão e 400 mil euros e engloba várias zonas, sendo a principal destinada à prática das modalidades de andebol, basquetebol, voleibol e futsal.
A construção tem uma área total de 2080m2 e prevê o aquecimento através de painéis solares, assim como cuidados no tratamento de ar e iluminação, com o objetivo de obter certificação energética.



http://www.cm-gaia.pt/gaia/portal/user/anon/page/_CMG_Noticia.psml?contentid=AB96805780CO&categoryOID=E8818080808980GC&nl=pt 

Texto e fotografia: Teresa Milheiro
Supervisão: Manuel Neto